As elevadas taxas de sinistralidade observadas na saúde suplementar brasileira têm trazido grandes impactos nos custos para as empresas contratantes e para os cidadãos. Além, fatores como o envelhecimento da população, a elevação da prevalência das condições crônicas e seus fatores de risco, a judicialização e a incorporação de novas tecnologias tem trazidos riscos para a sustentabilidade do sistema de saúde privado.