A participação feminina nos esportes tem chamado a atenção da opinião pública nos últimos anos. No Brasil e no mundo, sua presença crescente faz-se notar nas modalidades esportivas de alto rendimento, mas também em uma série de espaços que envolvem sua prática, como a cobertura dos meios de comunicação, os estádios e mesmo as atividades consideradas não competitivas. As demandas por equidade de gênero na sociedade encontram no meio esportivo um lugar expressivo de ressonância e debate, o que compreende atletas, repórteres, treinadoras, juízas, dirigentes e torcedoras, entre outros atores desse universo.
Como avaliar tal cenário no século XXI? Seu protagonismo foi mesmo conquistado? Quais avanços concretos deram-se em relação ao passado?