Depois de forte queda durante os anos 2000, que continuou em menor intensidade até 2014, a informalidade no Brasil voltou a subir com a recessão de 2014-2016 e a lenta recuperação que se seguiu. Pouco antes da pandemia, a taxa de informalidade estava em torno de 42% da população ocupada.
A pandemia evidenciou a enorme vulnerabilidade social desse grupo de trabalhadores, o que levou à aprovação do Auxílio Emergencial e sua recente prorrogação por dois meses. Esse contexto também estimulou o surgimento de várias propostas, tanto por parte de analistas como de parlamentares, com o objetivo de reforçar a rede de proteção social do país.
Outra motivação para o interesse crescente por programas sociais voltados para os trabalhadores informais são as mudanças nas relações de trabalho associadas à “economia dos aplicativos”, que em geral não estão sujeitas à legislação trabalhista e gozam de baixa proteção social. Com o objetivo de debater essas questões, o FGV IBRE e a Folha de S. Paulo convidam para o webinar.